1. Por que estas 42 cidades
A Solar Task selecionou 42 municípios importantes para a geração de energia solar no Brasil pelas características regionais: o interior industrial e agrícola de São Paulo, o Triângulo Mineiro, os polos do Sul longe da costa, o Centro-Oeste de grãos e o semiárido. São cidades de Sorocaba a Imperatriz. São Paulo, Recife e as demais capitais do litoral não entram na média deste estudo.
Dois tipos de dado entram, e só esses dois:
- Irradiação. Climatologia NASA POWER no centro da cidade, a mesma curva mensal das páginas locais. Independente do que o cliente preenche no formulário.
- Projetos. Quantidade de simulações ativas e potência em kWp (soma e mediana). Sem tipo de telhado, sem concessionária, sem tarifa padrão de R$ 0,80, campos fracos demais para virar achado.
Um quilowatt-pico em Mossoró gera cerca de 142 kWh por mês na média do ano. Em Joinville, 98 kWh. A física é a mesma; a nuvem não.
2. Ranking de irradiação
GHI anual (média climatológica, kWh/m²/dia). Mossoró lidera; Joinville fecha. Entre os dois, 45%: o bastante para mudar o tamanho do kit numa conta idêntica.
Barras = média das cidades deste estudo em cada macrorregião, não a média de todos os municípios do Brasil.
| # | Cidade | GHI anual | Pico | Vale | kWh/kWp·mês |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Mossoró RN | 6,09 | out 6,91 | jun 5,18 | 143 |
| 2 | Juazeiro BA | 5,88 | out 6,78 | jun 4,69 | 138 |
| 3 | Petrolina PE | 5,88 | out 6,78 | jun 4,69 | 138 |
| 4 | Juazeiro do Norte CE | 5,85 | out 6,83 | jun 4,81 | 137 |
| 5 | Parnaíba PI | 5,85 | out 6,83 | abr 4,99 | 137 |
| 6 | Sobral CE | 5,59 | set 6,66 | abr 4,92 | 131 |
| 7 | Anápolis GO | 5,47 | set 5,95 | jun 4,75 | 128 |
| 8 | Campina Grande PB | 5,47 | nov 6,31 | jun 4,31 | 128 |
| 9 | Rio Verde GO | 5,47 | fev 5,89 | jun 4,57 | 128 |
| 10 | Uberlândia MG | 5,47 | fev 6,03 | jun 4,50 | 128 |
O semiárido (Mossoró, Petrolina, Juazeiro, Juazeiro do Norte, Parnaíba) ocupa o topo. O Sul e o leste catarinense puxam a outra ponta. O interior paulista e o Cerrado ficam no meio: sol decente o ano todo, sem o extremo do Sertão nem o inverno de Joinville.
3. O interior contra a capital
27 das 42 ganham da capital do próprio estado na média anual. Não é regra nacional: Recife, por exemplo, ainda supera Petrolina. No Sudeste e no Sul o padrão se inverte: sair da mancha urbana costuma ser ganho de céu.
| Cidade | Interior | Capital | Saldo |
|---|---|---|---|
| São José do Rio Preto | 5,37 | São Paulo 4,53 | +0,84 |
| Votuporanga | 5,37 | São Paulo 4,53 | +0,84 |
| Franca | 5,30 | São Paulo 4,53 | +0,77 |
| Araçatuba | 5,29 | São Paulo 4,53 | +0,76 |
| Araraquara | 5,24 | São Paulo 4,53 | +0,71 |
| Catanduva | 5,24 | São Paulo 4,53 | +0,71 |
| Presidente Prudente | 5,20 | São Paulo 4,53 | +0,67 |
| Londrina | 5,02 | Curitiba 4,37 | +0,65 |
Campo Grande, Curitiba e Manaus são capitais e também entram neste estudo; não aparecem como espelho de si mesmas. A comparação usa o ponto da NASA POWER, não a média da área metropolitana.
Par quase idêntico: Petrolina e Juazeiro diferem em zero na média anual. No Vale do São Francisco o rio muda o estado; o sol, quase não.
4. Mesma conta, outro clima
Conta de R$ 400, tarifa de referência de R$ 0,90/kWh, desempenho de 78%: os mesmos números da simulação nas páginas da cidade. Mude as duas cidades e a conta.
Comparador do interior
Dois climas, um consumo. Veja kWp, painéis de 620 Wp e a curva dos 12 meses.
5. A curva dos 12 meses
A média anual esconde o inverno. 11 cidades deste estudo têm vale pelo menos 28% abaixo da média, o mesmo critério da curva mensal nas páginas locais. Quase todas estão no Sul ou no oeste paulista.
| Cidade | Vale | Queda | Pico |
|---|---|---|---|
| Joinville/SC | junho · 2,60 | 38% | janeiro · 5,74 |
| Cascavel/PR | junho · 3,12 | 37% | dezembro · 6,44 |
| Ponta Grossa/PR | junho · 2,83 | 37% | dezembro · 5,70 |
| Curitiba/PR | junho · 2,83 | 35% | dezembro · 5,54 |
| Dourados/MS | junho · 3,43 | 33% | dezembro · 6,34 |
| Londrina/PR | junho · 3,45 | 31% | dezembro · 6,16 |
| Maringá/PR | junho · 3,45 | 31% | dezembro · 6,16 |
| Presidente Prudente/SP | junho · 3,64 | 30% | novembro · 6,31 |
| Sorocaba/SP | junho · 3,45 | 29% | dezembro · 5,96 |
| Jundiaí/SP | junho · 3,26 | 28% | dezembro · 5,49 |
| Vinhedo/SP | junho · 3,26 | 28% | dezembro · 5,49 |
O ano de cabeça para baixo
Em Imperatriz, Sinop e Sorriso, o mês mais forte não é dezembro: cai na seca, entre maio e agosto. Quem muda do Paraná para o norte de Mato Grosso troca o inverno fraco por um meio de ano luminoso. Dimensionar “como em Curitiba” nessas cidades erra o calendário, não só o tamanho.
Em Sorriso/MT a curva quase não se mexe: o vale fica só 4% abaixo da média. Payback e geração mensal ficam mais previsíveis do que no litoral sul. O detalhe mês a mês está na página de cada cidade.
6. Quantidade e potência dos projetos
Só projetos ativos nestas 42 cidades: 1.240 simulações e 10.358,3 kWp somados. A mediana evita que um galpão de 50 kWp puxe a “casa típica”.
| Cidade | Projetos | kWp somados | Mediana kWp | Painéis típicos |
|---|---|---|---|---|
| Curitiba/PR | 146 | 1.120,0 | 4,94 | 8 |
| Manaus/AM | 104 | 687,9 | 4,98 | 8 |
| Sorocaba/SP | 71 | 321,8 | 3,98 | 6 |
| Campo Grande/MS | 63 | 397,6 | 4,12 | 7 |
| Feira de Santana/BA | 47 | 190,6 | 2,78 | 4 |
| Uberlândia/MG | 46 | 167,3 | 3,01 | 5 |
| Jundiaí/SP | 45 | 408,9 | 6,19 | 10 |
| Joinville/SC | 45 | 265,7 | 4,98 | 8 |
| Marília/SP | 38 | 1.049,1 | 3,69 | 6 |
| Maringá/PR | 35 | 431,2 | 4,28 | 7 |
| Campina Grande/PB | 34 | 2.456,3 | 3,50 | 6 |
| Piracicaba/SP | 33 | 156,3 | 2,85 | 5 |
| Londrina/PR | 32 | 128,9 | 3,73 | 6 |
| Uberaba/MG | 31 | 92,3 | 2,44 | 4 |
| Rio Verde/GO | 29 | 101,6 | 2,92 | 5 |
| Anápolis/GO | 28 | 129,3 | 3,42 | 6 |
| Araraquara/SP | 26 | 159,4 | 5,96 | 10 |
| São José do Rio Preto/SP | 25 | 132,5 | 3,60 | 6 |
| Sinop/MT | 25 | 148,6 | 5,06 | 8 |
| Vitória da Conquista/BA | 24 | 91,5 | 3,28 | 5 |
| Rondonópolis/MT | 24 | 113,9 | 3,87 | 6 |
| Petrolina/PE | 21 | 95,0 | 2,62 | 4 |
| Caruaru/PE | 20 | 57,8 | 3,03 | 5 |
| Ponta Grossa/PR | 20 | 119,4 | 4,19 | 7 |
| Mossoró/RN | 18 | 62,6 | 2,65 | 4 |
| Imperatriz/MA | 18 | 95,0 | 4,31 | 7 |
| São Carlos/SP | 18 | 114,7 | 2,87 | 5 |
| Franca/SP | 17 | 80,4 | 4,44 | 7 |
| Bauru/SP | 16 | 107,6 | 4,03 | 7 |
| Dourados/MS | 16 | 74,4 | 4,56 | 7 |
| Cascavel/PR | 16 | 82,7 | 4,80 | 8 |
| Juazeiro/BA | 12 | 38,9 | 2,78 | 4 |
| Parnaíba/PI | 12 | 166,4 | 3,82 | 6 |
| Sobral/CE | 12 | 61,6 | 4,54 | 7 |
| Juazeiro do Norte/CE | 11 | 39,4 | 3,28 | 5 |
| Araçatuba/SP | 11 | 45,1 | 3,57 | 6 |
| Presidente Prudente/SP | 11 | 47,0 | 3,63 | 6 |
| Jataí/GO | 9 | 34,9 | 3,41 | 6 |
| Catanduva/SP | 9 | 58,1 | 7,01 | 11 |
| Vinhedo/SP | 9 | 140,6 | 8,31 | 13 |
| Sorriso/MT | 8 | 53,5 | 5,15 | 8 |
| Votuporanga/SP | 5 | 32,5 | 7,62 | 12 |
Potência típica = mediana de kWp dos projetos com potência preenchida. Painéis típicos usam o módulo de referência de 620 Wp da Solar Task. Isso descreve a demanda nas simulações, não o parque instalado da cidade.
Por macrorregião
| Região | Cidades | Projetos | kWp somados | GHI médio |
|---|---|---|---|---|
| Sudeste | 16 | 411 | 3.113,6 | 5,14 |
| Sul | 6 | 294 | 2.147,9 | 4,68 |
| Centro-Oeste | 8 | 202 | 1.053,8 | 5,32 |
| Nordeste | 11 | 229 | 3.355,1 | 5,62 |
| Norte | 1 | 104 | 687,9 | 4,66 |
7. Curiosidades do mapa
Números que só aparecem quando se olha as 42 juntas, não cidade a cidade.
O mesmo telhado, 45% a mais de sol
Mossoró/RN recebe 6,09 kWh/m²/dia na média do ano. Joinville/SC fica em 4,21. Para um consumo de cerca de 450 kWh por mês, isso é a diferença entre 5 e 7 painéis de 620 Wp: 2 módulos a mais no ponto mais nublado deste estudo.
Inverno que pede telhado maior
Em Joinville, o vale de junho (2,60 kWh/m²/dia) fica 38% abaixo da média anual. 11 cidades deste estudo têm queda de inverno relevante, quase todas no Sul e no oeste paulista. Quem dimensiona só pelo dezembro superestima a geração de junho.
Cidades-gêmeas de irradiação
Petrolina e Juazeiro mal se separam no mapa e quase não se separam no sol: a média anual difere em nada. No Vale do São Francisco, o rio divide estados; o clima, não.
O interior ganha da capital
27 cidades deste estudo têm irradiação anual maior que a capital do estado. São José do Rio Preto supera São Paulo em 0,84 kWh/m²/dia, Londrina supera Curitiba em 0,65 kWh/m²/dia e Juazeiro supera Salvador em 0,62 kWh/m²/dia. Morar longe do litoral, nestas cidades, costuma ser vantagem fotovoltaica.
Ano invertido no Norte e no MATOPIBA
No Sul, o pico é dezembro. Em Imperatriz, Sinop e Sorriso, o mês mais forte cai entre maio e agosto, a estação seca, com menos nuvem. Quem muda do Paraná para o norte de Mato Grosso troca o inverno fraco por um meio de ano luminoso.
O pêndulo de Joinville
Joinville vai de 2,60 kWh/m²/dia em junho a 5,74 em janeiro, 121% de amplitude. É o maior vai-e-vem deste estudo: o sistema precisa do ano inteiro, não do mês da foto do telhado.
Quase sem estação solar
Em Sorriso/MT a curva mal se mexe: o vale fica só 4% abaixo da média. Um quilowatt-pico rende perto de 124 kWh em qualquer mês. Payback e geração ficam mais previsíveis do que no litoral sul.
14 cidades só em SP
Este estudo reúne 42 municípios em 15 estados. SP concentra 14: o interior paulista, do eixo Sorocaba a Piracicaba ao noroeste. A lista privilegia polos regionais, não um ranking de todas as cidades do país.
Quem pede orçamento no interior
Curitiba lidera o volume, com 146 projetos ativos nestas cidades. O sistema típico mais robusto está em Vinhedo (mediana de 8.31 kWp), sinal de telhado comercial ou rural, não só residencial. São 1240 projetos e 10358,3 kWp somados só nestas cidades.
8. As 42 cidades, lado a lado
Filtre por região e ordene pelas colunas. A última coluna estima quantos módulos de 620 Wp cobrem cerca de 450 kWh por mês, um consumo residencial típico.
| # | Cidade | GHI | Inverno | Projetos | kWp med. | Painéis (450 kWh) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Mossoró RN | 6,09 | 15% | 18 | 2,7 | 5 |
| 2 | Juazeiro BA | 5,88 | 20% | 12 | 2,8 | 5 |
| 3 | Petrolina PE | 5,88 | 20% | 21 | 2,6 | 5 |
| 4 | Juazeiro do Norte CE | 5,85 | 18% | 11 | 3,3 | 5 |
| 5 | Parnaíba PI | 5,85 | 15% | 12 | 3,8 | 5 |
| 6 | Sobral CE | 5,59 | 12% | 12 | 4,5 | 5 |
| 7 | Anápolis GO | 5,47 | 13% | 28 | 3,4 | 6 |
| 8 | Campina Grande PB | 5,47 | 21% | 34 | 3,5 | 6 |
| 9 | Rio Verde GO | 5,47 | 16% | 29 | 2,9 | 6 |
| 10 | Uberlândia MG | 5,47 | 18% | 46 | 3,0 | 6 |
| 11 | São José do Rio Preto SP | 5,37 | 24% | 25 | 3,6 | 6 |
| 12 | Votuporanga SP | 5,37 | 24% | 5 | 7,6 | 6 |
| 13 | Jataí GO | 5,36 | 15% | 9 | 3,4 | 6 |
| 14 | Caruaru PE | 5,35 | 24% | 20 | 3,0 | 6 |
| 15 | Vitória da Conquista BA | 5,35 | 24% | 24 | 3,3 | 6 |
| 16 | Sorriso MT | 5,33 | 4% | 8 | 5,2 | 6 |
| 17 | Rondonópolis MT | 5,31 | 13% | 24 | 3,9 | 6 |
| 18 | Franca SP | 5,30 | 22% | 17 | 4,4 | 6 |
| 19 | Sinop MT | 5,30 | 4% | 25 | 5,1 | 6 |
| 20 | Araçatuba SP | 5,29 | 27% | 11 | 3,6 | 6 |
| 21 | Uberaba MG | 5,29 | 19% | 31 | 2,4 | 6 |
| 22 | Feira de Santana BA | 5,26 | 26% | 47 | 2,8 | 6 |
| 23 | Imperatriz MA | 5,25 | 7% | 18 | 4,3 | 6 |
| 24 | Araraquara SP | 5,24 | 25% | 26 | 6,0 | 6 |
| 25 | Catanduva SP | 5,24 | 25% | 9 | 7,0 | 6 |
| 26 | Campo Grande MS | 5,22 | 26% | 63 | 4,1 | 6 |
| 27 | Presidente Prudente SP | 5,20 | 30% | 11 | 3,6 | 6 |
| 28 | Bauru SP | 5,16 | 28% | 16 | 4,0 | 6 |
| 29 | Marília SP | 5,16 | 28% | 38 | 3,7 | 6 |
| 30 | Piracicaba SP | 5,14 | 27% | 33 | 2,9 | 6 |
| 31 | São Carlos SP | 5,14 | 27% | 18 | 2,9 | 6 |
| 32 | Dourados MS | 5,10 | 33% | 16 | 4,6 | 6 |
| 33 | Londrina PR | 5,02 | 31% | 32 | 3,7 | 6 |
| 34 | Maringá PR | 5,02 | 31% | 35 | 4,3 | 6 |
| 35 | Cascavel PR | 4,96 | 37% | 16 | 4,8 | 6 |
| 36 | Sorocaba SP | 4,85 | 29% | 71 | 4,0 | 6 |
| 37 | Manaus AM | 4,66 | 11% | 104 | 5,0 | 7 |
| 38 | Jundiaí SP | 4,53 | 28% | 45 | 6,2 | 7 |
| 39 | Vinhedo SP | 4,53 | 28% | 9 | 8,3 | 7 |
| 40 | Ponta Grossa PR | 4,47 | 37% | 20 | 4,2 | 7 |
| 41 | Curitiba PR | 4,37 | 35% | 146 | 4,9 | 7 |
| 42 | Joinville SC | 4,21 | 38% | 45 | 5,0 | 7 |
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Perguntas frequentes
Este estudo vale para qualquer cidade do interior?
Não. A Solar Task selecionou 42 municípios importantes para a geração solar no Brasil, em 15 estados, pelo peso regional: interior paulista, Triângulo Mineiro, polos do Sul, Centro-Oeste agrícola e semiárido. Capitais entram só como comparação de irradiação, não no ranking de projetos.
De onde vêm os números de sol?
Da climatologia NASA POWER (ALLSKY_SFC_SW_DWN), no ponto do centro de cada cidade, gerada em 1º de setembro de 2026. É a mesma curva mensal das páginas de cada cidade. Não usamos o campo de irradiação preenchido no formulário do projeto.
Por que Mossoró aparece tão na frente de Joinville?
Mossoró, no semiárido potiguar, tem céu mais limpo o ano inteiro (6,09 kWh/m²/dia). Joinville, no vale do Itapocu, combina latitude sul com muita nuvem no inverno (4,21). A diferença é de 45% na média anual, e de 2 painéis para um consumo de cerca de 450 kWh por mês.
A quantidade de projetos mede quem gera mais energia?
Não. Mede quantas simulações ativas a Solar Task tem naquela cidade. A potência (kWp) é a mediana e a soma desses projetos. Não misturamos tipo de telhado, concessionária nem tarifa padrão: esses campos são fracos demais para um estudo.
Se o interior ganha da capital, o sistema fica mais barato?
Fica menor para a mesma conta: menos kWp, menos módulos. O preço por kWp ainda depende de instalador, telhado e homologação. Use a página da sua cidade e compare propostas: o sol ajuda, mas não fecha o orçamento sozinho.
Como comparar duas cidades deste estudo?
No comparador desta página, a mesma conta de luz vira kWp e painéis em cada clima. A curva de 12 meses mostra se o inverno derruba a geração. Para o endereço exato, abra a simulação gratuita no fim da página.
Simule na sua cidade do interior
A conta de luz vira kWp no clima local. Depois você compara propostas de instaladores da região, no mesmo fluxo do guia definitivo.
Fontes e método
- NASA POWER, climatologia community RE, parâmetro ALLSKY_SFC_SW_DWN (GHI), ponto = centro da cidade. Dados gerados em 1º de setembro de 2026.
- Fator de desempenho 0,78 e mês de 30 dias, os mesmos da simulação na página da cidade.
- Módulo de referência 620 Wp. Consumo ilustrativo de cerca de 450 kWh/mês (tarifa R$ 0,90/kWh).
- Projetos ativos só nestes 42 municípios. Mediana de kWp, não a média. Sem tipo de telhado, concessionária ou tarifa informada.
- NASA Langley POWER · INPE/LABREN: Atlas Brasileiro de Energia Solar
Estimativas não substituem visita técnica. Irradiação no centro do município pode diferir do seu telhado (sombra, inclinação, microclima).