Investimento e economia
R$ 8.032
R$ 240 R$ 100 ~4 anos
Quanto custa e o que muda na conta
Jardim Arize São Paulo, SP
R$ 8.032
R$ 240 R$ 100 ~4 anos
Quanto custa e o que muda na conta
Marque no mapa onde os painéis cabem
4 painéis · 2,52 kWp
Compare empresas da região
Papéis do projeto num só lugar
O que conferir numa proposta
Quanto custa, o que sobra na conta e em quanto tempo o sistema se paga.
Comparativo em 20 anos
Montando o comparativo com os valores do seu projeto…
Patrimônio em 20 anos
O que os números mostram
Calculando qual caminho gera mais patrimônio no seu cenário…
Note que a simulação não inclui eventual manutenção e reparos no sistema. Na prática, esse risco cai muito quando você escolhe um instalador experiente e equipamentos com garantia de fábrica acima de 20 anos. Por isso vale comparar propostas reais antes de decidir.
Cada linha mostra um ano da vida do seu sistema: quanto a tarifa de luz deve subir e em que ano o projeto deixa de ser investimento e vira lucro.
| Ano | Status | Tarifa/kWh | Solar+CDI | Solar | CDI 100% | Poupança |
|---|
Conta de luz mensal de R$ 240 (use a média anual, não um mês isolado), consumo estimado de 279 kWh/mês e tarifa por kWh típica em São Paulo, ajustável na coluna Tarifa/kWh da tabela acima.
Irradiação solar de referência de 4,62 kWh/m² na região e perdas de 20% no conjunto (inversor, cabos e variações).
Potência recomendada de 2,52 kWp, com 4 painéis de 620 Wp.
A ferramenta compara três destinos para o mesmo capital inicial: (1) comprar o sistema solar e reinvestir a economia em 12 aportes mensais por ano em título atrelado ao CDI (100%); (2) aplicar só esse capital em CDI 100%, sem solar; (3) deixar na poupança. A linha e a coluna Solar usam as mesmas economias mensais, mas sem reinvestimento (patrimônio = − investimento + soma das economias). Os números são educativos.
Parâmetros da simulação (tabela e gráfico)
Valores em reais nominais (futuro). Tarifa inicial R$ 0,860/kWh, reajuste anual médio da energia 5,5%, degradação 0,5%/ano, cenários solar com 12 aportes mensais por ano, economias reinvestidas em 100% CDI (IR 15% sobre rendimentos do fundo); coluna Solar = mesmas economias sem reinvestimento, CDI de referência 14,65% a.a., mesmo capital em CDI 100% (IR 15%) e em poupança ~70% Selic sem IR.
A economia anual em R$ (o que deixa de pagar à distribuidora) cresce com o reajuste médio da tarifa, modelado a 5,5% ao ano em média (referência ANEEL para anos de alta tarifária vs. anos mais brandos).
A geração em kWh sofre degradação de 0,5% ao ano nos módulos.
Cada ano civil é dividido em 12 aportes mensais iguais (total do ano = economia anual daquele ano). Cada mês o valor entra em um fundo remunerado como 100% do CDI ao ano, com composição mensal equivalente: taxa mensal (1 + CDI × (1 − 0,15))1/12 − 1 (aproximação; na prática, fundos DI acompanham o CDI).
Sobre os rendimentos desse fundo incide IR de 15% (cenário de longo prazo, mesma simplificação da linha CDI 100% (IR 15%)). O patrimônio da linha “solar” em cada ano (valores da tela) é o saldo ao fim do ano:
− investimento inicial + F, com F acumulado mês a mês.
CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é tomado a 14,65% ao ano em referência a divulgações de mercado para início de 2026 (taxa anualizada; CDI é diário na prática).
Tanto o reinvestimento das economias (linha solar) quanto o capital inicial sem solar (segunda linha) usam a mesma remuneração bruta anual 100% do CDI. Aproximamos por 1,00 × CDI em ambos, para comparar só a diferença de mecânica (telhado + fluxo de economia vs. aplicação única).
Sobre os rendimentos da linha do capital em CDI vale a tabela regressiva do IR em renda fixa (até 22,5% curto prazo; 15% para mais de 720 dias). Para o horizonte de 20 anos usamos 15% sobre o rendimento de cada ano (simulação com tributação anual simplificada: o patrimônio evolui como Vt+1 = Vt × (1 + rbruto × (1 − 0,15))).
Há discussão de alíquota única de 17,5% em mudanças recentes de tributação de renda fixa; se quiser ser mais conservador no pós-2026, pode assumir IR maior. O efeito reduz o retorno líquido do capital em CDI frente ao solar.
A remuneração da poupança segue regras do Banco Central (tranches com Selic alta). Em síntese, costuma ficar em torno de 70% da Selic (próxima do CDI). Modelamos rpoupança ≈ 0,70 × CDI anual.
Para pessoa física, rendimentos da poupança são em geral isentos de IR (até os limites legais).
O gráfico (eixo vertical e curvas) mostra patrimônio em R$ nominais, o mesmo critério da tabela ao lado, sem deflator de inflação (IPCA). Para comparar poder de compra ao longo do tempo seria preciso trazer tudo para “reais de hoje”; aqui a intenção é ler os saldos como apareceriam em contas futuras.
Simulação educativa; não é recomendação de investimento, produto bancário nem substituto de estudo de viabilidade. Taxas de mercado mudam. Atualize premissas com seu assessor ou banco.
Uma primeira leitura do sistema; o instalador fecha o kit depois.
Sugestão inicial com base no seu consumo. Marca, modelo e o tamanho final o instalador define na visita.
Ponto de partida. Na visita, o instalador ajusta se o telhado, a sombra ou o módulo forem outros.
Estimativa com módulo de 620 Wp. Pode cair ou subir se o instalador usar outra potência.
Inclui folga entre fileiras. A visita confirma se cabe de fato.
String (um aparelho) ou microinversores. Melhor com sombra: um por placa.
3.348 kWh/ano esperados, antes de perdas (~20%) e degradação (0,5%/ano). Conta de referência: R$ 240.
Faixa de mercado ±20%. Tarifa usada: R$ 0,86/kWh.
Marca, Wp e garantia de desempenho (~25 anos). Sem isso no papel, não compare preço.
Modelo, tipo (string ou micro) e garantia (5 a 12 anos). É o item que mais falha e mais custa trocar.
Trilhos e ganchos para o seu telhado (cerâmica, metálico, fibrocimento ou laje). Fixação errada vira infiltração.
Cabos solares, DPS, disjuntores, aterramento e ART/TRT do engenheiro. Não é item para cortar.
O que conferir numa proposta para não cair em cilada.
Guia da decisão
Um resumo honesto do processo, dos equipamentos, das garantias e das armadilhas. Leitura de 4 minutos que pode te economizar milhares de reais.
O instalador confere telhado, consumo real, disjuntor e padrão de entrada. Com isso, fecha o dimensionamento e assina a ART/TRT (Anotação de Responsabilidade Técnica), documento que prova que um engenheiro assumiu o projeto.
O instalador envia o projeto para a concessionária (Enel, CEMIG, CPFL, Light etc.). A aprovação costuma levar 15 a 45 dias. Você não precisa ir à concessionária: o instalador cuida disso.
Com o projeto aprovado, a obra em si leva 1 a 3 dias em residências. A equipe monta as estruturas, fixa os painéis, instala o inversor e passa os cabos até o quadro elétrico.
A distribuidora faz uma vistoria e troca seu medidor por um bidirecional, que mede tanto o que você consome quanto o que você injeta na rede. Prazo típico: 7 a 30 dias.
A partir daí, a geração abate o consumo na conta de luz. Você continua pagando um custo de disponibilidade (mínimo da concessionária, ~R$ 60 a R$ 110) e o resto vira economia.
Do contrato até a conta cair: em média 45 a 90 dias, dependendo da distribuidora. A parte mais demorada quase nunca é a obra: é a burocracia.
Qualquer proposta séria, incluindo as que você vai receber, deve detalhar todos estes itens. Se faltar algo, desconfie.
São eles que transformam luz em energia. Marcas sérias (Canadian Solar, Jinko, Trina, JA Solar, LONGi, BYD) oferecem garantia de 25 anos para geração acima de ~85% da potência inicial e 12 anos de defeito de fabricação.
Seu projeto: 4 painéis totalizando 2,52 kWp.
Converte a corrente contínua dos painéis em corrente alternada (a que sua casa usa). Marcas consagradas: Growatt, Fronius, SMA, WEG, Deye, Huawei. Garantia típica: 5 a 10 anos. Alguns projetos usam microinversores (por painel), que rendem mais em telhados com sombra parcial.
Alumínio anodizado e aço galvanizado. Precisam ser compatíveis com o seu tipo de telhado (cerâmico, fibrocimento, metálico, laje). Garantia esperada: 10 a 15 anos. Fixação errada = infiltração, um dos erros mais comuns.
Cabos solares específicos (resistentes a UV), string boxes com DPS e disjuntores, aterramento e SPDA (para-raios) quando necessário. Não é onde economizar: é o que protege sua casa de descargas e curto-circuitos.
Projeto elétrico, ART/TRT de engenheiro responsável, solicitação de acesso e acompanhamento até a troca do medidor. Tudo isso deve estar incluso no preço: é o que separa um serviço profissional de uma instalação clandestina.
Uma boa empresa oferece 1 a 5 anos de garantia de mão de obra e app de monitoramento para você acompanhar a geração pelo celular. Se o sistema parar, você (e o instalador) é notificado.
A qualidade do instalador importa mais do que a marca do painel. Um painel top mal instalado produz pouco, entra em curto e deixa de ser seguro. Um instalador sério garante 20+ anos de tranquilidade.
Existem três modelos principais: compra do sistema (o que essa simulação calcula), financiamento (pagamento parcelado em bancos, com parcela parecida com a conta de luz atual) e assinatura/aluguel de energia solar (você não é dono, paga mensalidade e economiza menos, tipicamente 10 a 15%).
A compra gera muito mais retorno no longo prazo. O financiamento é ótimo se você não tem capital hoje. A assinatura é a opção para quem não pode ou não quer instalar no próprio imóvel.
Use a média anual, não o pior mês nem o melhor. O sistema trabalha com compensação: o que você gera a mais em meses de muita luz fica como créditos de energia por até 60 meses na distribuidora, e são usados quando você consome mais do que gera.
Se a variabilidade é muito grande (ex: casa de praia que fica fechada 9 meses), vale conversar com o instalador sobre dimensionar pelo pico. Às vezes compensa sobre-dimensionar ligeiramente.
A Lei 14.300/2022 regulamentou a geração distribuída. Ela introduz uma cobrança gradual do Fio B (parte do custo da rede) para sistemas instalados depois de janeiro de 2023. Isso reduz parte da economia (tipicamente 5 a 15% dependendo do ano), mas o investimento continua muito atrativo.
Quem instala agora já faz a conta com a nova regra. Não há perspectiva realista de nova mudança brusca: o setor é regulado e as regras para novos projetos são fixadas por anos.
Duas opções: vender o imóvel com o sistema (tende a valorizar 3 a 6% o valor do imóvel, além de acelerar a venda) ou desinstalar e levar (custo típico entre R$ 2.000 e R$ 6.000 para residências, mais a reinstalação no novo imóvel). Painéis e inversores são modulares e aguentam bem a transferência.
A manutenção é muito mais simples do que parece: uma limpeza anual com água (ou deixar a chuva fazer o trabalho) é suficiente na maioria dos casos. Nada de produtos abrasivos.
O componente mais propenso a falha é o inversor (vida útil 10 a 15 anos; pode ser trocado). Painéis raramente falham: a taxa é extremamente baixa quando bem instalados. Reserve mentalmente ~R$ 3.000 a R$ 8.000 para a troca do inversor depois de ~10 anos e você está coberto.
Painéis modernos são testados para granizo de até 25 mm a 80 km/h. Para eventos maiores, vale ter seguro residencial que cubra o sistema (adicional típico de R$ 200 a R$ 500 ao ano). Raios: as proteções (DPS) e o aterramento bem-feitos reduzem drasticamente o risco.
Os três fatores que mais pesam: marca dos equipamentos (painel premium vs. entrada pode ter 20% de diferença), estrutura e complexidade de instalação (telhado alto, com muitas águas, ou laje com estrutura metálica custam mais) e margem/qualidade do serviço (empresa com pós-venda e garantia estendida cobra mais e entrega mais tranquilidade).
Use a simulação como referência e peça ao instalador que detalhe marca e modelo, assim você compara maçã com maçã.
On-grid (conectado à rede): o que a maioria dos brasileiros usa e o que esta simulação calcula. Mais barato, gera créditos na distribuidora. Quando falta luz, o sistema desliga por segurança (você fica sem energia igual ao resto da rua).
Off-grid: tem baterias, funciona sem a rede. Só faz sentido em locais sem acesso à distribuidora. Custa 2 a 3x mais por causa das baterias.
Híbrido: conectado à rede e com bateria. Mantém parte da casa ligada em queda de energia. Diferença de preço típica: 40 a 70% acima do on-grid puro. Vale a pena se você tem muitos blackouts ou equipamentos sensíveis.
Em apartamento: o condomínio pode instalar na área comum (isso vira uma decisão de assembleia). Individualmente, é difícil sem área privativa no telhado. Alternativa: assinatura de energia solar, onde você assina um contrato com uma usina remota e recebe os créditos na sua conta.
Se você aluga, em geral o sistema precisa ser instalado pelo proprietário. Converse com ele: é um ótimo investimento para o imóvel, e você pode propor arcar com parte dos custos em troca de desconto no aluguel.
As opções mais comuns: cartão de crédito (até 12x com juros baixos ou zero em alguns instaladores), financiamento em banco (Santander, Itaú, BV, Sicredi, BNDES, prazos de 24 a 84 meses), crédito consignado (para servidores públicos, juros mais baixos), e linhas específicas para solar (algumas cooperativas têm condições especiais).
Regra de bolso: se a parcela do financiamento for menor ou igual à sua economia mensal estimada, já vale a pena financiar. Você paga o sistema "com o que deixa de pagar de energia".
Não existe imposto recorrente sobre o sistema. ICMS sobre a energia injetada é isento em muitos estados (Convênio ICMS 16/2015 + lei federal). O valor do sistema deve ser declarado como bem no Imposto de Renda quando a soma for relevante.
Se você vende créditos excedentes para outra unidade consumidora (autoconsumo remoto), o imposto segue regras específicas, mas isso raramente se aplica a residências.
Compare empresas da região, lado a lado.
Quando você pedir propostas, os instaladores da região enviam orçamentos para cá. Você compara preço, prazo e garantia no seu tempo.