Simule sua conta e crie seu projeto

até R$ 370/mês
R$ 400 /mês
R$ 80 R$ 1.600

João Pessoa/PB · Cristo Redentor

Você pode economizar até R$ 70 / mês com energia solar

Sua conta hoje é de R$ 170/mês. Dimensionamos um sistema de 1,52 kWp que se paga em ~8 anos e segue gerando energia por décadas.

  • Sem compromisso
  • Simulação gratuita
  • Instaladores comparáveis
  • Dados protegidos (LGPD)

Resumo da simulação

Seu projeto em números

Aproximadamente 2 painéis solares

Investimento estimado
R$ 7.020
Mínimo R$ 5.616
Máximo R$ 8.424

Valores aproximados; orçamentos finais dependem de marca, disponibilidade e obra no local.

Comparação da conta de luz

Conta de luz atual

R$ 170/mês

Nova conta de luz estimada

R$ 100/mês

  • Parcelado no cartão: até 12x de R$ 727
  • Financiamento: até 48x de R$ 220

Retorno do investimento: ~8 anos (100 meses)

O que esse projeto traz para você

  • Protege contra aumento da conta Energia elétrica subiu em média ~8% ao ano na última década. Com solar, você trava grande parte do custo por 25+ anos.
  • Impacto ambiental real Seu sistema evita cerca de 0,21 t de CO₂ por ano — o equivalente a 10 árvores absorvendo carbono todo ano.
  • Valoriza o imóvel Imóveis com energia solar atraem mais interesse e podem ter valor de revenda 3% a 6% maior que imóveis equivalentes sem geração própria.
  • Cabe no seu telhado O sistema recomendado usa aproximadamente 11 m² de telhado (2 painéis). A maioria dos telhados residenciais comporta.
Como calculamos esses números
O projeto considera o valor informado da conta de luz mensal de R$ 170 (é importante que esse valor seja a média anual, e não apenas um valor isolado) e aplica a tarifa de R$ 0,80 por kWh geralmente observada em Paraíba. O consumo estimado é de 213 kWh/mês.

A irradiação solar de referência de 5,82 kWh/m² na região e perdas típicas de 20% no conjunto (inversor, cabos e outras variações).

A potência de kit solar inicialmente recomendado para esse projeto é de 1,52 kWp, com 2 painéis solares de 620 Wp.

Para exibir as parcelas, consideramos um cálculo pela Tabela Price com juros médios de mercado: 12x no cartão a 3,49% a.m. e 48x no financiamento a 1,79% a.m.. Esses valores são referenciais e podem variar por banco, perfil de crédito e CET da operação.

Retorno e comparação

Energia Solar. O melhor investimento?

Projeção de 20 anos

E se, em vez de instalar solar, você investisse o mesmo valor?

Montando o comparativo lado a lado com os valores do seu projeto…

VALOR DO PROJETO R$ 7.020
Patrimônio em 20 anos: Solar + CDI 100%, Solar, CDI 100% (IR 15%) e poupança
  • Solar + CDI 100% Patrimônio nominal (~20 anos) Investimento em solar + economias mensais aplicadas em 100% CDI (IR 15%)
  • Solar Patrimônio nominal (~20 anos) Mesmas economias acumuladas, sem juros no fundo; só − investimento + soma das economias
  • CDI 100% (IR 15%) Patrimônio nominal (~20 anos) Mesmo valor do projeto (R$ 7.020) aplicado só em CDI 100% (IR 15% sobre rendimentos; sem solar)
  • Poupança (isenta IR) Patrimônio nominal (~20 anos) ~70% da taxa Selic (aprox. CDI); sem IR pessoa física

O que os números mostram

Calculando qual caminho gera mais patrimônio no seu cenário…

A simulação não inclui eventuais manutenção e reparos. Na prática, esse risco cai muito quando você escolhe um instalador experiente e equipamentos com garantia de fábrica acima de 20 anos — por isso vale comparar propostas reais antes de decidir.

Retorno do investimento (ano a ano)

Aqui é o gráfico destrinchado em números. Cada linha mostra um ano da vida do seu sistema: quanto a tarifa de luz deve subir, quanto você deixa de pagar de conta, em que ano o projeto deixa de ser investimento e vira lucro, e como o patrimônio evolui em Solar+CDI, Solar, CDI 100% e poupança — lado a lado, sem enrolação.

VALOR DO PROJETO R$ 7.020
Ano Status Tarifa/kWh Economia Solar+CDI Solar CDI 100% Poupança

Valores em reais nominais (futuro). Tarifa inicial R$ 0,800/kWh, reajuste anual médio da energia 5,5%, degradação 0,5%/ano, cenários solar com 12 aportes mensais por ano (total anual coerente com tarifa e degradação), economias reinvestidas em 100% CDI (IR 15% sobre rendimentos do fundo); coluna Solar = mesmas economias sem reinvestimento, CDI de referência 14,65% a.a., mesmo capital aplicado em CDI 100% (IR 15%) e em poupança ~70% Selic sem IR.

Metodologia usada

A ferramenta compara três destinos para o mesmo capital inicial: (1) comprar o sistema solar e reinvestir a economia em 12 aportes mensais por ano (total anual alinhado à simulação) em título atrelado ao CDI (100%); (2) aplicar só esse capital em CDI 100%, sem solar; (3) deixar na poupança. A linha e a coluna Solar usam as mesmas economias repartidas em mensais, mas sem reinvestimento (patrimônio = − investimento + soma das economias). Os números são educativos.

1. Economia na conta de luz e reinvestimento no CDI

A economia anual em R$ (o que deixa de pagar à distribuidora) cresce com o reajuste médio da tarifa, modelado a 5,5% ao ano em média (referência ANEEL para anos de alta tarifária vs. anos mais brandos). A geração em kWh sofre degradação de 0,5% ao ano nos módulos. Cada ano civil é dividido em 12 aportes mensais iguais (total do ano = economia anual daquele ano). Cada mês o valor entra em um fundo remunerado como 100% do CDI ao ano, com composição mensal equivalente: taxa mensal (1 + CDI × (1 − 0,15))1/12 − 1 (aproximação; na prática, fundos DI acompanham o CDI). Sobre os rendimentos desse fundo incide IR de 15% (cenário de longo prazo, mesma simplificação da linha CDI 100% (IR 15%)). O patrimônio da linha “solar” em cada ano (valores da tela) é o saldo ao fim do ano: − investimento inicial + F, com F acumulado mês a mês.

2. Mesmo CDI (100%) no capital e Imposto de Renda

CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é tomado a 14,65% ao ano em referência a divulgações de mercado para início de 2026 (taxa anualizada; CDI é diário na prática). Tanto o reinvestimento das economias (linha solar) quanto o capital inicial sem solar (segunda linha) usam a mesma remuneração bruta anual 100% do CDI — aproximamos por 1,00 × CDI em ambos, para comparar só a diferença de mecânica (telhado + fluxo de economia vs. aplicação única). Sobre os rendimentos da linha do capital em CDI vale a tabela regressiva do IR em renda fixa (até 22,5% curto prazo; 15% para mais de 720 dias). Para o horizonte de 20 anos usamos 15% sobre o rendimento de cada ano (simulação com tributação anual simplificada: o patrimônio evolui como Vt+1 = Vt × (1 + rbruto × (1 − 0,15))). Há discussão de alíquota única de 17,5% em mudanças recentes de tributação de renda fixa; se quiser ser mais conservador no pós-2026, pode assumir IR maior — o efeito reduz o retorno líquido do capital em CDI frente ao solar.

3. Poupança

A remuneração da poupança segue regras do Banco Central (tranches com Selic alta). Em síntese, costuma ficar em torno de 70% da Selic (próxima do CDI). Modelamos rpoupança ≈ 0,70 × CDI anual. Para pessoa física, rendimentos da poupança são em geral isentos de IR (até os limites legais).

4. Gráfico em R$ nominais

O gráfico (eixo vertical e curvas) mostra patrimônio em R$ nominais — o mesmo critério da tabela ao lado — sem deflator de inflação (IPCA). Para comparar poder de compra ao longo do tempo seria preciso trazer tudo para “reais de hoje”; aqui a intenção é ler os saldos como apareceriam em contas futuras.

5. Fontes e leitura adicional

Simulação educativa; não é recomendação de investimento, produto bancário nem substituto de estudo de viabilidade. Taxas de mercado mudam — atualize premissas com seu assessor ou banco.

Guia da decisão

Tudo que você precisa saber antes de contratar

Um resumo honesto do processo, dos equipamentos, das garantias e das armadilhas. Leitura de 4 minutos que pode te economizar milhares de reais.

1 Como funciona a instalação, passo a passo

  1. 01

    Visita técnica e projeto

    O instalador confere telhado, consumo real, disjuntor e padrão de entrada. Com isso, fecha o dimensionamento e assina a ART/TRT (Anotação de Responsabilidade Técnica) — documento que prova que um engenheiro assumiu o projeto.

  2. 02

    Solicitação de acesso na distribuidora

    O instalador envia o projeto para a concessionária (Enel, CEMIG, CPFL, Light etc.). A aprovação costuma levar 15 a 45 dias. Você não precisa ir à concessionária — o instalador cuida disso.

  3. 03

    Instalação dos equipamentos

    Com o projeto aprovado, a obra em si leva 1 a 3 dias em residências. A equipe monta as estruturas, fixa os painéis, instala o inversor e passa os cabos até o quadro elétrico.

  4. 04

    Troca do medidor (vistoria)

    A distribuidora faz uma vistoria e troca seu medidor por um bidirecional, que mede tanto o que você consome quanto o que você injeta na rede. Prazo típico: 7 a 30 dias.

  5. 05

    Sistema ligado — conta começa a cair

    A partir daí, a geração abate o consumo na conta de luz. Você continua pagando um custo de disponibilidade (mínimo da concessionária, ~R$ 60 a R$ 110) e o resto vira economia.

Do contrato até a conta cair: em média 45 a 90 dias, dependendo da distribuidora. A parte mais demorada quase nunca é a obra — é a burocracia.

2 O que um sistema solar de verdade inclui

Qualquer proposta séria — incluindo as que você vai receber — deve detalhar todos estes itens. Se faltar algo, desconfie.

Painéis fotovoltaicos

São eles que transformam luz em energia. Marcas sérias (Canadian Solar, Jinko, Trina, JA Solar, LONGi, BYD) oferecem garantia de 25 anos para geração acima de ~85% da potência inicial e 12 anos de defeito de fabricação.

Seu projeto: 2 painéis totalizando 1,52 kWp.

Inversor

Converte a corrente contínua dos painéis em corrente alternada (a que sua casa usa). Marcas consagradas: Growatt, Fronius, SMA, WEG, Deye, Huawei. Garantia típica: 5 a 10 anos. Alguns projetos usam microinversores (por painel), que rendem mais em telhados com sombra parcial.

Estruturas de fixação

Alumínio anodizado e aço galvanizado. Precisam ser compatíveis com o seu tipo de telhado (cerâmico, fibrocimento, metálico, laje). Garantia esperada: 10 a 15 anos. Fixação errada = infiltração — é um dos erros mais comuns.

Cabos, proteções e quadros

Cabos solares específicos (resistentes a UV), string boxes com DPS e disjuntores, aterramento e SPDA (para-raios) quando necessário. Não é onde economizar: é o que protege sua casa de descargas e curto-circuitos.

Projeto + ART + homologação

Projeto elétrico, ART/TRT de engenheiro responsável, solicitação de acesso e acompanhamento até a troca do medidor. Tudo isso deve estar incluso no preço — é o que separa um serviço profissional de uma instalação clandestina.

Garantia de serviço e monitoramento

Uma boa empresa oferece 1 a 5 anos de garantia de mão de obra e app de monitoramento para você acompanhar a geração pelo celular. Se o sistema parar, você (e o instalador) é notificado.

3 Checklist: como escolher um bom instalador

A qualidade do instalador importa mais do que a marca do painel. Um painel top mal instalado produz pouco, entra em curto e deixa de ser seguro. Um instalador sério garante 20+ anos de tranquilidade.

  • Peça e confira
  • ART ou TRT do engenheiro responsável pelo projeto (nome, CREA/CFT).
  • CNPJ ativo com atividade de instalação elétrica ou energia solar.
  • Mínimo de 2 anos de mercado e portfólio com projetos similares ao seu.
  • Contrato com escopo detalhado, prazo, marca dos equipamentos e cláusula de garantia.
  • Referências reais: telefone ou endereço de 2 a 3 clientes anteriores para conversar.
  • Garantia de mão de obra por escrito (mínimo 1 ano, o ideal é 3 a 5 anos).
  • App de monitoramento com acesso para você.
  • Suporte pós-obra: quem atende quando der problema? Prazo de resposta?
  • Red flags (fuja)
  • Preço muito abaixo da média do mercado — quase sempre corta equipamento, ART ou garantia.
  • Insiste em receber tudo à vista, antes da obra — o normal é sinal + parcelas por etapa.
  • Não assina ART/TRT ou não detalha marca dos painéis e do inversor na proposta.
  • Promete "conta zerada": não existe — sempre há o custo de disponibilidade.
  • Promete payback em 2 anos — o realista no Brasil é 3 a 7 anos.
  • Empresa sem CNPJ, sem endereço fixo, sem site, sem presença online — dificulta acionar garantia depois.
  • Faz pressão por "última oferta hoje" — escolha de sistema solar nunca é compra por impulso.

4 Seu projeto em números — para consultar quando quiser

Salve esta página: quando você receber propostas dos instaladores, use os números abaixo para cobrar coerência e detectar inconsistências.

Potência do sistema
1,52 kWp

Soma da potência nominal de todos os painéis. Varia com marca e modelo.

Quantidade de painéis
2 unidades

Cálculo baseado em painéis de 620 Wp. Instaladores podem propor painéis maiores (e menos unidades) ou menores.

Consumo mensal estimado
213 kWh/mês

Com base na conta de R$ 170/mês.

Geração anual esperada
2.550 kWh/ano

Antes de descontar degradação (~0,5% ao ano) e perdas operacionais (~20%).

Investimento estimado
R$ 7.020

Referência de mercado (±20%). Valor final pode variar com marcas, estrutura e complexidade da obra.

Tarifa de energia de referência
R$ 0,80/kWh

Baseada na tarifa média da distribuidora local. Verifique a tarifa exata na sua conta.

5 Perguntas frequentes

Preciso realmente comprar ou existe aluguel/assinatura?

Existem três modelos principais: compra do sistema (o que essa simulação calcula), financiamento (pagamento parcelado em bancos, com parcela parecida com a conta de luz atual) e assinatura/aluguel de energia solar (você não é dono, paga mensalidade e economiza menos — tipicamente 10 a 15%).

A compra gera muito mais retorno no longo prazo. O financiamento é ótimo se você não tem capital hoje. A assinatura é a opção para quem não pode ou não quer instalar no próprio imóvel.

E se minha conta de luz for muito variável (casa de praia, comércio sazonal)?

Use a média anual, não o pior mês nem o melhor. O sistema trabalha com compensação: o que você gera a mais em meses de muita luz fica como créditos de energia por até 60 meses na distribuidora, e são usados quando você consome mais do que gera.

Se a variabilidade é muito grande (ex: casa de praia que fica fechada 9 meses), vale conversar com o instalador sobre dimensionar pelo pico — às vezes compensa sobre-dimensionar ligeiramente.

Vale a pena mesmo com a Lei 14.300 / GD 3.0? Vão mudar as regras?

A Lei 14.300/2022 regulamentou a geração distribuída. Ela introduz uma cobrança gradual do Fio B (parte do custo da rede) para sistemas instalados depois de janeiro de 2023. Isso reduz parte da economia (tipicamente 5 a 15% dependendo do ano), mas o investimento continua muito atrativo.

Quem instala agora já faz a conta com a nova regra. Não há perspectiva realista de nova mudança brusca: o setor é regulado e as regras para novos projetos são fixadas por anos.

E se eu vender ou mudar de imóvel?

Duas opções: vender o imóvel com o sistema (tende a valorizar 3 a 6% o valor do imóvel, além de acelerar a venda) ou desinstalar e levar (custo típico entre R$ 2.000 e R$ 6.000 para residências, mais a reinstalação no novo imóvel). Painéis e inversores são modulares e aguentam bem a transferência.

Qual é a manutenção real? Os painéis dão problema?

A manutenção é muito mais simples do que parece: uma limpeza anual com água (ou deixar a chuva fazer o trabalho) é suficiente na maioria dos casos. Nada de produtos abrasivos.

O componente mais propenso a falha é o inversor (vida útil 10 a 15 anos; pode ser trocado). Painéis raramente falham — a taxa é extremamente baixa quando bem instalados. Reserve mentalmente ~R$ 3.000 a R$ 8.000 para a troca do inversor depois de ~10 anos e você está coberto.

E se bater granizo, raio ou um galho cair?

Painéis modernos são testados para granizo de até 25 mm a 80 km/h. Para eventos maiores, vale ter seguro residencial que cubra o sistema — adicional típico de R$ 200 a R$ 500 ao ano. Raios: as proteções (DPS) e o aterramento bem-feitos reduzem drasticamente o risco.

Por que o preço do mesmo kWp varia tanto entre propostas?

Os três fatores que mais pesam: marca dos equipamentos (painel premium vs. entrada pode ter 20% de diferença), estrutura e complexidade de instalação (telhado alto, com muitas águas, ou laje com estrutura metálica custam mais) e margem/qualidade do serviço (empresa com pós-venda e garantia estendida cobra mais e entrega mais tranquilidade).

Use a simulação como referência e peça ao instalador que detalhe marca e modelo — assim você compara maçã com maçã.

Solar on-grid, off-grid ou híbrido — qual é o meu caso?

On-grid (conectado à rede): o que a maioria dos brasileiros usa e o que esta simulação calcula. Mais barato, gera créditos na distribuidora. Quando falta luz, o sistema desliga por segurança (você fica sem energia igual ao resto da rua).

Off-grid: tem baterias, funciona sem a rede. Só faz sentido em locais sem acesso à distribuidora — custa 2 a 3x mais por causa das baterias.

Híbrido: conectado à rede e com bateria. Mantém parte da casa ligada em queda de energia. Diferença de preço típica: 40 a 70% acima do on-grid puro. Vale a pena se você tem muitos blackouts ou equipamentos sensíveis.

Posso instalar se moro em apartamento ou alugo?

Em apartamento: o condomínio pode instalar na área comum (isso vira uma decisão de assembleia). Individualmente, é difícil sem área privativa no telhado. Alternativa: assinatura de energia solar, onde você assina um contrato com uma usina remota e recebe os créditos na sua conta.

Se você aluga, em geral o sistema precisa ser instalado pelo proprietário. Converse com ele — é um ótimo investimento para o imóvel, e você pode propor arcar com parte dos custos em troca de desconto no aluguel.

Posso parcelar? Quais são as melhores formas de financiar?

As opções mais comuns: cartão de crédito (até 12x com juros baixos ou zero em alguns instaladores), financiamento em banco (Santander, Itaú, BV, Sicredi, BNDES — prazos de 24 a 84 meses), crédito consignado (para servidores públicos, juros mais baixos), e linhas específicas para solar (algumas cooperativas têm condições especiais).

Regra de bolso: se a parcela do financiamento for menor ou igual à sua economia mensal estimada, já vale a pena financiar. Você paga o sistema "com o que deixa de pagar de energia".

E impostos? Tem IPVA do painel? Declaro no IR?

Não existe imposto recorrente sobre o sistema. ICMS sobre a energia injetada é isento em muitos estados (Convênio ICMS 16/2015 + lei federal). O valor do sistema deve ser declarado como bem no Imposto de Renda quando a soma for relevante.

Se você vende créditos excedentes para outra unidade consumidora (autoconsumo remoto), o imposto segue regras específicas — mas isso raramente se aplica a residências.

6 Glossário — para não se perder nas propostas

kWp (quilowatt-pico)
Potência nominal do sistema. Soma da potência de todos os painéis em condições ideais de laboratório. É como "cilindradas" do carro: referência, não produção real.
kWh (quilowatt-hora)
Unidade de energia — o que você consome e paga na conta. 1 kWh é o suficiente para manter uma TV de LED ligada por ~10 horas.
Geração distribuída (GD)
Nome oficial do sistema solar residencial/comercial conectado à rede. Lei 14.300/2022.
Medidor bidirecional
Medidor que conta a energia nos dois sentidos (consumo e geração). Trocado pela distribuidora sem custo quando você homologa o sistema.
Crédito de energia
Excedente que você injeta na rede e "fica guardado" para abater consumo futuro em até 60 meses.
Fio B
Parte da tarifa relacionada ao uso da rede de distribuição. Desde 2023, passa a ser cobrada gradualmente também sobre a energia injetada, conforme Lei 14.300.
Inversor on-grid / híbrido
On-grid: entrega energia direto para a casa e a rede. Híbrido: também aceita bateria. Off-grid: funciona isolado da rede.
ART / TRT
Anotação de Responsabilidade Técnica (engenheiro / técnico). Documento obrigatório que formaliza quem é o responsável pelo projeto perante o CREA/CFT.
String box / DPS
Caixa de proteção entre os painéis e o inversor. DPS = Dispositivo de Proteção contra Surtos (curto-circuito, raios). Item obrigatório.
Payback
Tempo para a economia na conta de luz pagar o investimento inicial. No Brasil, varia entre 3 e 7 anos para residências.